EDUCAÇÃO

Texto fonte em inglês

Influence of the New Paradigm on Our Beliefs and Actions

If schools adopt the new paradigm of least-dangerous assumption and the presumption of competence, the following would be evident:

- “Person-first” language is used so that people say “students with autism,” not “autistic students.”

- Language classifying students based on their functioning or developmental level is not used; rather, descriptions of students focus on their abilities and strengths. 

- Annual goals on IEPs reflect content standards from the general education curriculum and the functional skills necessary for students to fully participate in the mainstream of school and community life. For example, IEPs would contain priority goals in all of the general education subjects and meaningful functional goals such as learning to use email, asking a friend out on a date, providing guidance to a personal care assistant, and putting on make-up or shaving.

- Students are seen as capable of learning; educators do not predict that certain students will never acquire certain knowledge or skills.

- People speak directly to students rather than speaking to students through a buffer supplied by paraprofessionals or other people who are considered to be assisting the students.

- People use age-appropriate vocabulary, topics, and inflection when talking to students.

People do not discuss students' lack of skills or challenges in front of them unless they are a part of the conversation.

- Parents receive feedback regarding student success rather than highlighting student failures and disabilities.

- Staff members respect students’ privacy by discussing the students’ personal care, medical needs, and other sensitive issues out of earshot from others, and only with those people who genuinely need the information.

Tradução

 

A influência do novo paradigma sobre nossas crenças e ações

 

Se as escolas adotassem o novo paradigma do pressuposto menos perigoso e a presunção de competência, poderíamos observar claramente o seguinte:

- Seriam usados termos e expressões que priorizassem as pessoas, assim, seria dito “estudantes com autismo“ e não “estudantes autistas“.

- Não seriam usados termos e expressões que classificassem as/os estudantes segundo seu nível funcional ou de desenvolvimento, e o foco de suas descrições estaria em suas capacidades e pontos fortes.

- As metas anuais incluídas nos programas educacionais individualizados (IEP) refletiriam conteúdos padronizados dos currículos de educação geral e habilidades funcionais necessárias para que os/as estudantes participem plenamente das experiências comuns próprias da vida escolar e comunitária. Por exemplo, os IEP incluiriam metas em todas as disciplinas de educação geral e metas funcionais significativas como aprender a usar o correio eletrônico, convidar um/a amigo/a para um encontro, oferecer orientação a uma pessoa que trabalha como assistente pessoal e maquiar ou fazer a barba.

- Os/as estudantes seriam considerados/as pessoas capazes de aprender; quem ensina não determinaria com antecedência que certos/as estudantes nunca poderiam adquirir determinados conhecimentos ou capacidades.

- As pessoas interagiriam com os/as estudantes de maneira direta em vez de através de intermediários como auxiliares ou outras pessoas que dão assistência aos/às estudantes.

- Ao conversarem com os/as estudantes, as pessoas usariam vocabulário, temas e inflexão adequados para sua idade. As pessoas não falam sobre a falta de capacidade dos/as estudantes ou dos desafios que enfrentam diante deles/delas, a menos que façam parte da conversa.

- As famílias receberiam informação sobre os aspectos satisfatórios do desempenho do/a estudante, em vez de comentários que destacam seus pontos fracos e deficiências.

- O pessoal respeitaria a privacidade dos/as estudantes ao falar do seu cuidado pessoal, suas necessidades médicas e outros temas sensíveis em locais onde outras pessoas não possam escutar, e só com quem realmente precisa dessa informação.